Companhia de Dança Lápis de Seda
bailarinos
  1. Roberta Oliveira - Bailarina
  2. Ramon Noro - Bialarino
  3. Paulo Soares - Bailarino
  4. Maura Marques - Bailarina
  5. Gabriel Figueira - Bailarino
  6. Fabiana Marques - Bailarina
  7. Deivid Velho - Bailarino
  8. Aroldo Gaspar - Bailarino
  9. Ana Flávia dos Santos - Bailarina
A Companhia de Dança Lápis de Seda é formada por 10 bailarinos, entre eles pessoas com deficiências física e/ou intelectual.
Analu Ciscato
coreógrafa

Amor pela dança inclusiva

Ana Luiza Ciscato: pedagoga, professora de dança e coreógrafa.Começa os estudos de dança com Carla Perotti em São Paulo (SP). Entre os professores de sua formação clássica estãoYellê Bittencourt, Ismael Gueiser, Jane Blaut, Tíndaro Silvano, Liliane Benevetto, AddyAddor e Toshie Kobayashi.Formada em dança clássica pela Royal Academy of Dance de Londres (1984) e professora registrada na mesma academia em 1985. Pós-graduada em psicoballet em Cuba (1992), com curso no mesmo ano de metodologia em baléclássico cubano na Escuela de Danzas Clasicas de Camaguey, com o maestro Fernando Alonso; em 1994, faz cursos de especialização nas escolas Steps on Broadway e Martha Graham School em Nova York (EUA).Entre 1980 e 2001, atua como diretora artística e coreógrafa do Ballet Carla Perotti, com a qual conquista prêmios nacionais em balé clássico, balé clássico de repertório e dança contemporânea. Cria e desenvolve o projeto Criança que Dança em São Paulo (1996 a 2001), que busca a inclusão social e escolar de 200 crianças moradoras em favelas da zona sul.Aplica o método psicoballet na Associação Beneficente dos Excepcionais do Brooklin (1999 a 2001) em São Paulo, na Associação de Pais e Amigos de Excepcionais (Apae) de Rio do Sul (SC) e na Fundação Catarinense de Educação Especial (FCEE), em Florianópolis (SC).

Funda e atua como diretora da academia de dança Estação Dançar, em Florianópolis, de 2003 a 2009, a primeira escola de dança de Florianópolis com uma proposta inclusiva reconhecida pela excelência no ensino da técnica de balé clássico.Desenvolve trabalho na Apae de Florianópolis desde 2006, onde atualmente dirige o grupo de dança da instituição. Entre os espetáculos apresentados estão APAE Dança, O Circo, Jogos e brincadeiras.
O trabalho alcança repercussão no Festival de Dança de Joinville (2009 e 2010), em eventos, festivais e congressos.Em 2010, representa o Brasil no 7º Congresso Mundial de Arte e Drama do IDEA, em Belém (PA). Em 2008, recebe convite para encerrar o Fórum Dança Comunidade, no 26o Festival de Dança de Joinville.Em 2011, atende convite da organização não governamental britânica Diverse City e do British Council para integrar o projeto Breathe, que posteriormente resulta no espetáculo Battle for the Winds/Breathe. Em 2012, em Florianópolis, recebe a equipe inglesa composta por bailarinos, coreógrafos, a roteirista Alex Bulmer e o diretor Jamie Beddard – time técnico e artístico do espetáculo. Em 2012, finaliza o espetáculo Brasileiríssimo, coreografia concebida para a turnê na Inglaterra que inclui apresentações em Poole, Wimborne, Victoria Education Centre, Branksome, Pavilion Dance - Bournemouth – em
conjunto com a Cia. StopGap, grupo londrino de dança inclusiva,eLiveSite – palco ao ar livre criado para a abertura dos Jogos Náuticos, Weymouth. No mesmo período, dirige ensaios e é uma das três coreógrafas convidadas responsáveis pelo espetáculo de abertura dos Jogos Náuticos, em conjunto com Louise Katerega, diretora artística do Foot in Hand Dance (www.footinhand.co.uk) e Deborah Baddoo, diretora do grupo Stateof Emergency (www.stateofemergencyltd.com). O espetáculo foi dirigido por Jamie Beddard e escrito por Alex Bulmer. Também dá palestras e ministra workshop para a Cia. Stop Gap. O espetáculo Battle for the Winds/Breatheé visto por mais de 10 mil pessoas no Live Site.O projeto está registrado em Breathe Diário, do portal Terra www.esportes.terra.com.br/jogos-olimpicos/londres-2012/breathe/blog.
  1. Cláudia Passos - Diretora Artística e Musical, Intérprete
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  2. Luiz Gustavo Zago - Direção Musical
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  3. Neiva Ortega - Produção Executiva
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  4. Néri pedroso - Assessoria de Imprensa
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Cláudia Passos
direção artística musical e intérprete
Luiz Gustavo Zago
direção musical do espetáculo Será que é de Éter?
Neiva Ortega
produção executiva
Néri Pedroso
comunicação e imprensa
São também especiais nossos talentos da direção. Conheça um pouco mais dos artistas e profissionais que compõem a equipe da Companhia de Dança Lápis de Seda.
Cláudia Passos
Cantora profissional, começa os estudos na Faculdade de Musicoterapia no Conservatório Brasileiro de Música no Rio de Janeiro onde faz piano e canto. Formada em jornalismo na Faculdade de Comunicação e Turismo Hélio Alonso (RJ). Em meados da década de 1990, vem para Florianópolis onde passa a se apresentar como cantora em bares e teatros. Em 2007, forma-seem licenciatura com habilitação em música pela Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc). Bolsista por dois anos do Núcleo de Educação Musical, onde ministra oficinas de percussão para crianças e adolescentes da comunidade. Grava o primeiro CD Mar à Vista em 2013.Assina a assistência de direção musical do espetáculo Convite ao Olhar(2014), da Companhia de Dança Lápis de Seda. Entre os projetos realizados, estão Canção do Tempo – A história contada através da música (2015), apresentações e oficinas em escolas públicas municipais de Florianópolis que contextualizam fatos históricos, sociais e políticos por meio das canções; Certas Canções (2014), repertório que homenageia movimentos, compositores e artistas da música brasileira;
Tem Piano no Samba(2010-2012), apresentação com caráter didático que conta momentos pitorescos do samba; Relembrando Elis(2002-2012), projeto em homenagem à cantora feito em Florianópolis, Rio de Janeiro e Manaus; em 2009, finalista do Festival da Associação das Rádios Públicas do Brasil; em 2008 – Bossa Nova e Tudo +, show que marca os 50 anos da bossa nova.
Luiz Gustavo Zago
Pianista, compositor e arranjador, um dos principais nomes da música de Santa Catarina. Com intensa atuação em palcos e estúdios, é conhecido pela diversidade de gêneros e estilos. Em 2011, recebe da Academia Catarinense de Letras e Artes o prêmio Edino Krieger como personalidade musical. Em 2009, o troféu Franklin Cascaes, pela direção musical do espetáculo 50 Anos de Bossa Nova, além de vencer a 1ª e a 3ª edições do Festival de Música do Sesc (SC), respectivamente como pianista e compositor.Sua discografia inclui o disco solo Até Amanhã(2010), que origina o DVD homônimo, gravado ao vivo; o CD Musa Diversa(2011), cujo trabalho culmina com turnê em 2013 na Geórgia e Alabama (EUA). Entre os concertos, viaja com a turnê De Jobim a Piazzolla (2014).Solista do concerto de abertura da temporada da Camerata Florianópolis, com a obra Rhapsody in Blue (2011). Colabora com o Auditório Jurerê Classic desde 2010, onde realiza concertos com o seu trio ou em piano solo. Como arranjador, assina a série Camerata in Jazz (2011), inaugura a série Canção(2013) que valoriza obras de artistas e compositores de Santa Catarina.Como pianista e diretor musical, participa em mais de 50 CDs. Como produtor, atua nos quatro discos de Sílvio Mansani e nos discos de estreia das cantoras Tereza Virgínia, Cláudia Passos e Daiana D’Ávila. Também cria trilhas sonoras, com destaque para o filme JK no Exílio (2011), uma produção Brasil-França.
Leandro Fortes
Guitarrista,instrumentista, arranjador, técnico de mixagem, produtor ou compositor. Autor de um trabalho consistente no cenário de Santa Catarina como instrumentista, produtor e educador. Realiza a coordenação artística do Seminário de Improvisação Musical Brasileira, projeto premiado pelo Edital Rumos Itaú Cultural.
Nos últimos anos, vem dividindo o palco com grandes nomes da música brasileira, como Vinícius Dorin e André Mehmari, além de músicos internacionais, incluindo o criador da guitarra elétrica Les Paul. Em 2015, premiado pela Fundação Catarinense de Cultura, recebe recursos para a turnê com o Quinteto de Cordas Catarinense e para gravar um CD com o grupo Alujazz, trabalhos em que atua como compositor, arranjador e diretor musical.Em 2012, grava seu primeiro disco solo que conta com a participação do lendário Hermeto Pascoal.Os últimos trabalhos incluem arranjos para orquestra, quinteto de cordas, naipe de metais e conjuntos de câmara; trilha sonora para documentário; trilha sonora para espetáculo de dança contemporânea; direção musical do grupo de sapateado Cia. Trupe Toe; concertos didáticos nas escolas públicas; além de dezenas de apresentações como violonista e guitarrista.Com o Quarteto Rio Vermelho, grava dois CDs e um DVD. Apresenta-se em festivais, com destaque para o Festival Jazz en Lima (Peru) e Oficina de Música de Curitiba. Em 2006, mora em Nova York, onde se apresenta em clubes e cafés, e faz aulas com o guitarrista Billy Newman. Em 2007, gradua-se em música pela Universidade do Estado de Santa Catarina, onde estuda harmonia com Sérgio Freitas e violão com Luiz Mantovani. Ministra cursos sobre harmonia e improvisação em cidades como Cascavel, Foz de Iguaçu, Ciudad Del Este (Paraguai), Brusque, Itajaí́ e Filadélfia (EUA). Leciona na Escola Livre de Música de Florianópolis e prepara seu segundo disco solo, que deve ser lançado ainda esse ano.
Eduardo “Dudu” Pimentel:
Violonista, guitarrista, cavaquinhista e compositor de música instrumental.Ao longo dos anos acompanha, entre outros, Alessandro Kramer Quinteto, Alberto Heller, Steve Vai, Guinha Ramirez, Arno van Nieuwenhuize, Willy Gonzales (Argentina), AndriaBusic (DrSin), Oliver Yatsugafu, Guido May e Kiko Zambianchi (SP), Serguey (RJ), Paula Lima (SP), Oswaldinho do Acordeon e Renato Borghetti, Tijuqueira, Felixfônica, Renato Valério (RJ), Fernando de Marília (RS), Felipe Coelho (SC), Rolando Castelo Júnior (SP), Luiz Gustavo Zago.Aos dez anos, começa as aulas de violão clássico com Gil Medeiros. Em novembro de 1997, é apontado como destaque do mês com a banda Brasil Papaya na revista “Guitar Player” e também em uma reportagem na mesma revista em março de 2007. Estuda com os nomes mais expressivos da guitarra no Brasil. Em 2006, faz curso de violão flamenco na Espanha com Miguel Aragon (Sevilla) e Flávio “Biga” Marques (Madrid). Atua como solista e coordenador da parte popular da Orquestra Sinfônica de Santa Catarina (Ossca), solista da Camerata Florianópolis nos espetáculos Rock’n Camerata(2008-2015), Clássicos com Energia e Tributo à MPB (2014), Música para Cinema (20142017).Participado Joinville Jazz festival em 2009 (Grupo Sonido).
Festival Internacional de Jazz e vinho 2015 com Brasil Papaya e com Trio Ponteio. Graduado em engenharia elétrica pela UFSC. Graduando de música (UDESC). Sua discografia como guitarrista e compositor inclui:Seis Cordas, Brasil Papaya “instrumental”, Brasil Papaya “Esperanza” eTrio Ponteio (Trio Ponteio). Participa de CDs dos músicos Luiz Gustavo Zago, Silvio Mansani, Tereza Virgínia, Beto Trindade, Aromáticos, Alexandre Fortkamp, Claudia Passos, Sílvia Beraldo, Ramirez – Overdust, Denis Sherer-Warren (Brasil/Ing), Camerata Florianópolis, entre outros.Grava trilhas sonoras de longas-metragens assinadas por Bob Barbosa, Sílvia Beraldo e Alberto Heller. 
Alexandre Damaria:
Percussionista, integrante e fundador do grupo Tijuquera, estuda percussão com o francês Nicolas Malhome (ritmos africanos e afro-brasileiros) e participa de oficinas de percussão brasileira com os músicos Guello, Eder O'Rocha, Glen Vélez e Armando Marçal, entre outros. Em 2000, já no Rio de Janeiro, é aluno de Marcos Suzano (pandeiro brasileiro) e do baterista Guilherme Gonçalves (o ritmo pelas suas subdivisões). Durante dois anos e meio, integra o Rio Maracatu, onde atua como professor, ministra aulas no Centro Cultural Fundação Progresso (Circo Voador/RJ), no Centro Cultural Maracatu Brasil e Sala Funarte. No Rio Maracatu, é músico do primeiro-time de apresentações em shows na Bahia, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Atualmente em Florianópolis, trabalha como professor e músico em grupos de chorinho, samba, salsa e maracatu.
Felipe Arthur Moritz:
Saxofonista, flautista, compositor e professor, natural de Florianópolis. Cursou saxofone, na Universidade Livre de Música – ULM (SP, 1992-1996), e licenciatura em música, na Universidade do Estado de Santa Catarina (Florianópolis, 1999-2003), onde também obteve, em 2015, o título de mestre em música. Atualmente é integrante dos grupos Expresso Rural e Metal Brasil – Septeto Instrumental de Música Brasileira (fundador). Preside a organização não governamental Arte Movimenta e integra os eventos sinfônicos e populares da Camerata Florianópolis na cadeira de flauta/piccolo/saxofone. Proprietário, dirige o Estúdio de Gravação Felipe Moritz. Ao longo da carreira, participa de grupos, entre eles a Banda Cambucá (1996), banda Estamos a Bordo (199), Grupo Metal Brasil – Septeto Instrumental de Música Brasileira (1999), Big Band do Stagium 10 (1999), Jorge Coelho e Banda (1999), Orquestra Sinfônica do Estado de Santa Catarina (2000 a 2006), Banda Ponte Aérea (2000), Saxteto Instrumental (2002), Grupo de Choro Corda Viva (2002), Grupo de Choro Garapuvu (2006), Projeto Piazzolla (2006), Camerata Florianópolis (2007 a 2017), Orquestra Sinfônica de Florianópolis – OSF (2007-2008), entre outros. No que se refere à educação musical, integra projetos de cunho social, como Música e Dança para Crianças Especiais, A Banda na Escola (autor) e Orquestra Sinfônica nas Comunidades (Oscom).Professor fundador do Conservatório de Música Popular Cidade de Itajaí (2007 a 2012) e da Escola Livre de Música de Florianópolis, na qual atua como coordenador pedagógico, professor de sax e flauta. No palco, divide palco e estúdio com grandes nomes da música brasileira, como Mauricio Carrilho (SP), Nailor Proveta (SP), Arthur Moreira Lima, Jorginho do Pandeiro (RJ), Zé Barbeiro (SP), Alegre Corrêa (Áustria-Florianópolis), Renato Borghetti (RS), Oswaldinho do Acordeon, Demétrio Lima, Alessandro Kramer – Bebê (RS), João Donato(RJ). No cenário orquestral, atua como flautista e saxofonista nas principais instituições De Santa Catarina: Orquestra Sinfônica de Florianópolis (OSF), Orquestra Sinfônica de Santa Catarina (Ossca), Camerata Florianópolis, Cia. de Ópera de Santa Catarina, Filarmonia e Orquestra Experimental de Música Brasileira Contemporânea.
Iva Nunes Giracca
Começa os estudos no violino aos quatro anos com Maria Wilfried, responsável pela implantação do método Suzuki no Brasil.
Graduada como bacharel em violino (2001) pela Universidade Federal de Santa Maria.Participa de máster classes no Brasil e no exterior com professores,como Jorge Rizzi (Uruguai-Mexico-Itália), Levon Ambatsumian (Rússia–EUA), Richard Yung (EUA).Integra a Orquestra Sinfônica de Santa Maria (1990-2002), sendo spalla desde 1999. Ministra aulas de violino no curso extraordinário da Universidade Federal de Santa Maria. Muda-se para Florianópolis e desde 2005 faz parte do corpo de professores da Camerata Florianópolis.Atualmente integra o Quarteto Bello Canto, banda Enarmonika e a Orquestra Camerata Florianópolis, sendo spalla(2006-2010 e de 2014 em diante). Com a orquestra,faz turnê na Espanha, França e Alemanha (2005) e pelo Brasil (2006), ocasião em que recebe elogios por seu desempenho como spalla. Ainda com a Camerata Florianópolis, abraça diferentes estilos musicais com artistas de renome nacional e internacional, como Zé Ricardo, Paulinho Moska e Lenine. Apresenta-se no Rock in Rio (2015), sendo convidada pelo próprio Steve Vai a dividir um solo com ele. Em 2008, classifica-se no concurso para a Filarmónica de Jalisco (México) como chefe de naipe. No mesmo ano, é convidada para o “projeto serioso” do professor Richard Yung no Festival de Música de Jaraguá do Sul.