Com a complexidade de um espetáculo com música ao vivo, Será que é de Éter? aproxima música, dança contemporânea e o desejo de homenagear os 50 anos de carreira do consagrado cantor e compositor Chico Buarque. Sob a direção coreográfica de Ana Luiza Ciscato, o passeio musical atravessa as décadas de 1960, 70 e 80, com canções interpretadas por Claudia Passos e banda. Sob a direção de Luiz Gustavo Zago, a intérprete e os cinco instrumentistas se se apresentam em meio aos conceitos “cênicos” da sound e light designer Hedra Rockenbach. 
 O refinado elenco se compõe de Luiz Gustavo Zago, que faz a direção musical e se apresenta no piano, Iva Giracca, no violino, Felipe Arthur Moritz, com sax e flauta, Dudu Pimentel e Leandro Fortes no violão e Alexandre Damaria, na percussão.Com um CD gravado (Mar à Vista), a intérprete Claudia Passos é carioca, mas escolheu Florianópolis para morar. Inserida no circuito musical de Santa Catarina, divide a agenda profissional entre o Rio de Janeiro e a capital catarinense. Entre as duas cidades, participa ativamente de apresentações e shows. Em Será que é de Éter? assina a direção artístico musical.
Equipe técnica

Será que é de Éter? (1h)
Direção geral e coreografia: Ana Luiza Ciscato
Direção artístico musical e intérprete: Claudia Passos
Direção musical e arranjos: Luiz Gustavo Zago
Coordenação geral: Arte Movimenta
Produção executiva: Neiva Ortega
Bailarinos: Ana Flavia Piovezzana, Aroldo Gaspar, Deivid Velho, Fabiana Marques, Gabriel Figueira, João Paulo Marques, Maura Marques, Paulo Soares, Ramon Noro, Roberta Oliveira e Silvia Gevaerd (bailarina estagiária)
Banda: Luiz Gustavo Zago (piano), Iva Giracca (violino), Felipe Arthur Moritz (sax, flauta), Dudu Pimentel (violão), Leandro Fortes (violão) e Alexandre Damaria (percussão) Iluminação/cenotécnico: Hedra Rockenbach
Figurinista: Gabriela Bosco Dutra
Sonorização: Juarez Mendonça Jr.
Fotografia e vídeo: Cristiano Prim
Projeto gráfico e criação de máscaras: Ramon Noro
Assessoria de imprensa: Néri Pedroso



Equipe técnica

Espetáculo Convite ao Olhar
Direção geral e coreografia: Ana Luiza Ciscato
Direção musical, compositor e arranjador: Luiz Gustavo Zago
Assistente de direção artístico-musical e intérprete: Claudia Passos
Coordenação geral: Arte Movimenta
Produção executiva: Neiva Ortega
Bailarinos: Ana Flavia Piovezana, Aroldo Gaspar, Deivid Velho, Fabiana Marques, Gabriel Figueira, João Paulo Marques, Maura Marques, Paulo Soares, Ramon Noro, Roberta Oliveira
e Silvia Gevaerd (bailarina estagiária)
Técnico de som e luz: Juarez Mendonça Jr.
Figurino: Emmanuel Bohrer Jr.
Fotografia e vídeo: Cristiano Prim
Cenografia e projeto gráfico: Ramon Noro
Assessoria de imprensa: Néri Pedroso
Convite ao Olhar, montagem de 2014, da Cia. de Dança Lápis de Seda, parte de elementos do cotidiano dos bailarinos e de como cada indivíduo reage a diferentes situações, passa pela valorização da singularidade humana. Na singularidade de cada um dos bailarinos está a potência da proposta. Pretende-se desconstruir conceitos engessados com relação à deficiência, mostrando todos, sem distinção, como pessoas tão somente com limitações e capacidades variadas. Leveza, bom-humor e fuga de ideias preconcebidas marcam o espetáculo.
Depois das apresentações em Florianópolis (SC), Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP), Curitiba (PR) e Porto Alegre (RS) com a turnê nacional de Convite ao Olhar e agora com a montagem Será que é de Éter? o grupo segue em articulações e busca de apoios para seguir a trajetória. Sempre que possível, oferece ingressos gratuitos capazes de ampliar os espectadores, em especial alunos de escolas e instituições interessadas na reflexão sobre dança contemporânea.